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Mães e filhos e bichos: tudo junto e misturado

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Já tinha a experiência de ter gatos convivendo em casa com o meu primeiro filho.  Eram quatro: Alecrim, a mãe, e seus filhos Isolda, Negrito e Tengo-Tengo. Depois vieram alguns cachorros e o Slink, o fiel amigo do meu filho que ele batizou. O nome é uma clara influência do filme Toy Story. Era um vira-lata misturado com Dachshund, o famoso Cofap, o terror de todos os chinelos do mundo.  Depois de três anos morando com a gente foi roubado por um cidadão com a ajuda de um vizinho (pasmem!). Muito tempo depois, o Link – nome dado em homenagem ao personagem do game Zelda - chegou por aqui. Outro vira-lata (pra mim eles são maravilhosos) com Dachshund. Foi uma surpresa e quase surtei. Minha filha já tinha nascido e exigia muitos cuidados por causa da cardiopatia. Não tinha tempo pra mim como teria tempo pra cuidar de mais uma ‘pessoa’? Fiquei com medo de não dar conta, medo de doenças, essas coisas todas que passam pela cabeça das mães.  Acabei aceitando. Fui voto vencido...
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     Nasceu! Depois de um tempo gestando este blog , bem mais que nove meses, ele veio à luz. E vem ao mundo de parto natural. Era o que eu pretendia. Que tudo se fizesse com naturalidade. A ideia é apenas compartilhar as curiosidades que tenho e as descobertas que faço sobre essa relação tão extraordinária.       O nome do blog veio, não por acaso, da parlenda* "batatinha quando nasce..." que todos conhecemos ainda crianças, misturada à minha compreensão de que uma mãe nasce junto com seus filhos e filhas. A proporção é de um por um. Para cada ser gerado, uma mãe é parida.       O modo de operação varia um pouquinho para esquerda ou pra direita, mas todas buscam o centro, o equilíbrio desta tarefa tão... (coloque aqui o seu adjetivo).      Espero contar a colaboração de quem acredita na troca de informações como uma forma de transformar realidades, construir ideias e ideais, de partilhar esper...