sábado, 17 de maio de 2014

     Nasceu! Depois de um tempo gestando este blog , bem mais que nove meses, ele veio à luz. E vem ao mundo de parto natural. Era o que eu pretendia. Que tudo se fizesse com naturalidade. A ideia é apenas compartilhar as curiosidades que tenho e as descobertas que faço sobre essa relação tão extraordinária. 

     O nome do blog veio, não por acaso, da parlenda* "batatinha quando nasce..." que todos conhecemos ainda crianças, misturada à minha compreensão de que uma mãe nasce junto com seus filhos e filhas. A proporção é de um por um. Para cada ser gerado, uma mãe é parida. 
     O modo de operação varia um pouquinho para esquerda ou pra direita, mas todas buscam o centro, o equilíbrio desta tarefa tão... (coloque aqui o seu adjetivo).
     Espero contar a colaboração de quem acredita na troca de informações como uma forma de transformar realidades, construir ideias e ideais, de partilhar esperança, sentimentos, amor. 
     Agradeço a gentil participação da jornalista e web designer Amanda Borges, a Nana, na concepção e no parto desse blog. Ela formatou o conceito e (não) sofreu junto comigo. Sejam todos bem-vindos: mãe, mãezinha, mãezona, mami, mommy, mainha, pães, pais que fazem papel de mães, meninos e meninas, filhos e filhas. Começou a brincadeira!

*parlenda - brincadeiras infantis literárias de expressão oral geralmente em forma de rimas que além de divertir, podem também auxiliar a criança na alfabetização, aprendizado da linguagem, memorização. 

Um comentário:

  1. Confesso que não sou uma mãe muito severa, mas também não gosto de falta de respeito. Dou aos meus filhos liberdade para fazerem suas escolhas na vida. Não sou de sentir saudades de quando faziam caquinha nas fraldas. Gosto de vê-los crescer, de se decepcionarem com os primeiros amores e de reagirem às injustiças do mundo. Tento preparar todos os três para a uma guerra infinita pelo bem, pela paz e harmonia. O resto eles precisam aprender sozinhos. Mãe não é para sempre...

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